Aí, no meio da matéria, o selo na tela: JOEL BÜRGER, treinador de basquete. E a locução, sem que ninguém pedisse: "O Joel tem uma escolinha especializada no desenvolvimento de cada atleta."
Essa frase não é nossa.
Um movimento puxa o próximo
"Todo movimento desencadeia o segundo e o terceiro movimento. Então se você faz o primeiro movimento com qualidade, você chega equilibrado para o segundo, e chega com o cérebro para poder pensar no terceiro."
Joel Bürger, à NSC
Quem erra a cesta quase nunca errou com a mão. Errou dois passos antes.
Cada um sabe o próprio buraco
GABRIEL COSTA EICHE, atleta. Camiseta Just Ball, rede estadual, 1min51.
A repórter perguntou a mesma coisa pra vários: movimento preferido, movimento mais difícil. Ninguém enrolou. Um joga no garrafão porque na idade dele o pessoal ainda não é tão alto. Outro vive de meia distância. Outro entregou o que ainda não sai: cesta de longe, drible entre as pernas.
Saber onde você está não é talento. É alguém ter te dito, toda semana. Sete indicadores, 60% atitude e 40% fundamento.
Dá pra ser divertido
"O brasileiro não entende que pode ser divertido jogar basquete. A gente aprendeu esse futebol alegre e não entendeu que dá pra ter o mesmo sentimento com o basquete."
Joel Bürger, à NSC
A maioria dos meninos e meninas que passa pelo ginásio não vai jogar profissionalmente. Todo mundo aqui sabe disso desde o primeiro dia. O que fica é ter feito uma coisa difícil e ter gostado.
Aperta o play
Vem conhecer um treino, em Coqueiros ou em Barreiros. Você olha, o Joel olha, e a gente vê se é o seu lugar.
Garantir uma vagaNSC Notícias, 9 de outubro de 2025, 19h25. Reportagem de Carlos Rauen, imagens de Dennis Schmitz, edição de Cauã Nouals. Todos os direitos do material jornalístico pertencem à NSC e ao Grupo Globo.