Tem mais conversa assim no Instagram do Joel.
"Ser profissional exige sacrifício. Mesmo jogando ontem, dez e meia da noite, indo jantar meia-noite, viajando seis horas da manhã, tem que ainda, no dia de folga, tentar treinar pra continuar evoluindo."
Kayo Gonçalves, ala-pivô do Flamengo
E o calendário seguia apertado: dois jogos no Rio Grande do Sul, um no Rio, depois a Champions League Americas.
A molecada fica eletrizante
"Sempre quando tu vem aqui, felicidade. A molecada fica eletrizante de poder ver alguém assim de perto, que é onde eles querem chegar."
Joel Bürger
Pra quem tem doze anos, o sonho deixa de ser uma tela. Vira alguém de dois metros e quatro dividindo o mesmo garrafão e pedindo a mesma bola.
A maioria desses meninos e meninas não vai chegar onde o Kayo chegou. Todo mundo aqui sabe disso. Ver de perto quanto custa chegar serve pra qualquer um.
Três anos, entre uma temporada e outra
O Kayo foi revelado na base do Flamengo. Na Just Ball ele treina há uns três anos, sempre no intervalo: abre uma folga no calendário, ele vem, treina, volta pro clube. O sobrinho dele foi um dos primeiros alunos da escola e está completando quase quatro anos de quadra.
"Nesse meio tempo a gente vem batendo cabeça bastante pra ver o que a gente vai adicionar ainda mais no jogo."
Joel Bürger
Aí o Joel perguntou se ele curte treinar aqui.
"Pô, eu gosto pra caramba. A energia daqui é surreal. Qualidade de treinamento e tudo mais. Sai daqui feliz, mais feliz e melhor. Individualmente, e também como pessoa."
Kayo Gonçalves
A parte que não aparece no treino
Os dois jogam Dota. Pelo que contam, brigam mais ali do que em quadra, e a amizade é mais funda no Dota do que no treino.
Próximo patamar: seleção brasileira. "É isso, é o sonho", diz o Kayo. Mais um ano de trabalho.
Vem conhecer um treino, em Coqueiros ou em Barreiros. Você olha, o Joel olha, e a gente vê se é o seu lugar.
Garantir uma vagaTem mais bate-papo assim, e o dia a dia do treino, no Instagram do Joel (@joel.justball).